Bahia declara terreiros como patrimônio cultural do Estado

19/ 11/ 2014 - Dez terreiros de candomblé localizados nos municípios de Cachoeira e São Félix, na região do Recôncavo baiano, estão oficialmente inscritos no Livro de Registro Especial dos Espaços Destinados a Práticas Culturais Coletivas do Estado. O decreto que autoriza o registro foi assinado nesta quarta-feira, pelo governador Jaques Wagner.

Os terreiros Aganjú Didê, Viva Deus, Lobanekum, Lobanekum Filha, Ogodó Dey, Ilê Axé Itayle, Humpame Ayono Huntóloji e Dendezeiro Incossi Mukumbi, localizados em Cachoeira; e Raiz de Ayrá e Ile Axé Ogunjá, situados em São Félix, serão os primeiros do país a receber o registro, que possibilita a proteção não somente da estrutura física, mas de toda a simbologia que envolve o lugar, incluindo os rituais e a Culinária.

A decisão de registrar os terreiros como Patrimônio Cultural se sustenta em estudos que resultaram em um dossiê com cerca de 100 páginas, composto de laudo antropológico, com relatórios sobre história dos terreiros e chegada de povos africanos no país; iconografia e historiografia das cidades de Cachoeira e São Félix.

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